Somos todos portadores de inúmeras qualidades!
Sim, e de defeitos também. Mas as qualidades sempre superam os defeitos, por pior que nos pareça a pessoa. Aliás, se uma pessoa é ruim é sinal que suas qualidades não foram mostradas. Mas elas estão lá! Acredite!
É interessante como nós guardamos defeitos e qualidades dentro de nós. Arranjamos um enorme baú e lá guardamos as coisas boas e ruins a nosso respeito. Na hora que precisamos revirar o baú em busca de coisas boas, achamos também (e as vezes primeiro) as coisas ruins. E quando achamos as coisas ruins voltamos nossas atenções para elas e nos esquecemos de todo o resto.
Aí vem a auto-flagelação, a culpa, o remorso, o sentimento de inferioridade.
Qualquer um com um mínimo de senso de organização teria dois baús com dois letreiros: “COISAS BOAS” e “COISAS RUINS”. No baú com o letreiro “COISAS BOAS” colocaríamos apenas nossas qualidades e este baú ficaria em local de destaque em nossa mente. No baú com o letreiro “COISAS RUINS” colocaríamos apenas os nossos defeitos ou as más experiências que tivemos e deixaríamos este baú longe do baú de coisas boas (de preferência lá no dedão do pé).
Mas como não fizemos isto ainda (e bem sei o quanto é difícil fazer) temos de treinar a observar as coisas boas que temos na hora que precisamos. E ainda mais, na hora de revirar o baú, ignorar as coisas ruins e focalizar apenas as coisas boas.
Pela lei do uso e desuso fatalmente as coisas ruins irão (com o tempo) estragar e ficar fora de condições de serem novamente utilizadas. O ruim é se isto acontecer com as coisas boas, ou seja, de tanto só utilizarmos as coisas ruins as coisas boas irão (literalmente) deteriorar.
Modificar nossos hábitos é algo primordial para a nossa felicidade.

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